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Lenda da Nossa Senhora de Vagos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

A pouco mais de um quilómetro da vila de Vagos, situada num local campestre, pitoresco e aprazível, convidativo à oração, fica a ermida de Nossa Senhora de Vagos cheia de história e tradição. Consta que antes do actual santuário, existiu outro a dois quilómetros deste de que há apenas vestígios de uma parede bastante alta, denominada «Paredes da Torre», cercada presentemente por densa floresta mas de fácil acesso. Tradições antigas com várias lendas à mistura, dizem que perto da praia da Vagueira naufragou um navio francês dentro do qual havia uma imagem de Nossa Senhora que a tripulação conseguiu salvar e esconder debaixo de arbustos que na altura rareavam no areal.

 
A Lenda do Barco Moliceiro da Ria de Aveiro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

"...Há muitos, muitos anos - nem a velhinha que me contou, quando eu era menina, sabia quantos, - um pescador da Ria de Aveiro ouviu uma mulher a cantar e logo se apaixonou por ela só pela beleza da sua voz. Chamava-se Ramiro e era órfão de pai e mãe, tendo sido criado pela madrinha, uma solteirona bastante feia, baixa e gorda, de forte buço, que nunca encontrara quem gostasse dela para casar, embora tivesse um coração de pomba, terno e doce.

Ramiro vogava pelas águas espelhadas da Ria e foi guiando o barco para o sítio de onde vinha aquele doce cantar, deparando com uma jovem que se banhava, como se estivesse de pé, pois só se lhe via o corpo da cintura para cima, sem qualquer peça de roupa. Ela não fugiu nem parou de cantar, enquanto o pescador se aproximava. Ao vê-lo junto a si, sorriu-lhe e estendeu-lhe a mão, que Ramiro agarrou entre as suas, ao mesmo tempo que o coração acelerava os seus batimentos.

 
Nª Sr.ª da Escadinha de Aveiro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

Junto às muralhas de Aveiro vivia Afonso Domingues, um humilde lavrador, muito religioso que trabalhava de sol a sol, não sendo poupado pelo frio, pelo sol e pela chuva. Sujeito a estas intempéries a sua saúde degradou-se com o tempo, chegando mesmo a perder a força nas pernas, deixando de as mexer. Apesar de muito doente e sem poder trabalhar, mendigando pela pelas ruas da vila, nunca perdeu a fé e sempre pediu ajuda;

 

Uma noite, enquanto dormia, a porta da casa abriu-se e uma luz muito forte inundou toda a casa. À entrada da porta apareceu uma senhora branca como a neve, mais brilhante que os raios solares, envergando um manto azul da cor do céu. A Senhora, baixou-se segurou-lhe na mão e disse-lhe: “Anda comigo lá fora”;

 
São Simão PDF Versão para impressão Enviar por E-mail


No ano de 1526, a vila de Aveiro foi vítima de uma epidemia chamada: PESTE;

 

Na altura o convento era liderado pela Prioresa D. Isabel de Castro e sendo de fundação recente não existia um santo protector. Amedrontados com a epidemia sortearam um: partiram um rolo de pavio de cera em 12 partes iguais perfazendo um total de 12 candeias, oferecendo posteriormente uma a cada um dos 12 apóstolos;

 
Lenda de Santa Joana Princesa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

A princesa D. Joana, filha do rei Afonso V, revelou desde muito tenra idade uma grande vocação religiosa. Esta filha primogénita, apesar de ser obrigada a viver na Corte pela sua posição, afastava-se o mais possível de festas e convívios e passava grande parte do seu tempo a rezar e a meditar. A princesa era, dizia-se, muito bela e teve muitos pretendentes, entre estes muitas cabeças coroadas, mas a todos recusou alegando a sua intenção de se tornar freira.

 

Com a autorização real, entrou D. Joana para Odivelas, mudando-se mais tarde para o Convento de Santa Clara de Coimbra mas acabando por resolver professar no Convento de Jesus, em Aveiro. Esta última decisão foi contestada tanto pelo rei como pelo povo, dado que o Convento de Jesus era muito pobre e, na opinião geral, indigno de uma princesa.

 
Lendas de Couto de Esteves PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

Lenda da Pedra Moura
No tempo em que os mouros dominavam esta região, uma moura grande e arrogante, enquanto dava os seus passeios, levava o filho ao colo e uma roca para fiar. Certo dia, sentou-se na borda do caminho para amamentar o filho e apareceram-lhe inimigos em grande número. Para se salvar, transformou-se numa pedra moura. Ainda hoje os habitantes do Coval e da Cerqueira, em certas noites de lua cheia, ouvem os gemidos da moura.


 
Lendas de Cedrim do Vouga PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

Lenda das Mouras

Segundo os antigos, os Mouros fixaram-se no Cabeço das Mouras e aí tinham uma entrada subterrânea que ia do Castêlo até ao Rio Vouga, por onde iam com os cavalos beber água. Terá sido um homem que, ao ir tomar banho ao rio no Poço de Peiges, descobriu essa entrada e decidiu entrar. A certa altura, já conseguia ouvir os galos cantar em Cedrim. De facto, era convicção de muita gente que os Mouros habitaram o Castêlo e tinham passagens subterrâneas até à beira rio, no local indicado por uma fonte chamada Fonte das Mouras.

 


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