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PR2 - Cabreia e Minas do Braçal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

Com início no parque de lazer da Cascata da Cabreia, freguesia de Silva Escura, é constituido por um conjunto de percursos de pequena rota, todos circulares, cada um com diferentes graus de dificuldade. Optámos pelo mais extenso, o PR2.3, com cerca de 10 km.
Ainda com o dia fresco avançámos para montante da cascasta, em sentido inverso ao descrito no folheto disponibilizado pela Câmara Municipal de Sever do Vouga. Como o percurso está bem sinalizado em ambos os sentidos, não encontrámos qualquer problema de orientação.
Após atravessarmos algumas pequenas povoações chegámos à aldeia de Fojo onde nos refrescámos e reforçamos a dose de protector solar. Aí o sol já se sentia forte e todos os cuidados eram poucos. Seguimos caminho.

Mais adiante fizemos um pequeno desvio no percurso para visitarmos a antiga fundição do complexo de minas outrora existente naquela zona. Passámos por túneis usados para tratamento dos fumos libertados durante a fundição do minério e ao chegarmos às antigas Minas do Braçal, aproveitámos para almoçar.
Na margem do Rio Mau, encontrámos o lugar perfeito, junto a um antigo moinho de água, com algumas pequenas cascatas por companhia.
Nas minas, desactivadas em 1959, extraia-se o chumbo argentífero bem como volfrâmio embora em pequenas quantidades. Nas ruinas ainda hoje se podem distinguir várias infraestruturas usadas na transformação do minério, um edifício onde funcionavam vários serviços administrativos da Companhia das Minas do Braçal e a “Casa do Engenheiro”, hoje completamente abandonada e com sinais de eventuais “ocupantes ocasionais”.
Retomámos caminho e pouco depois chegámos às antigas Minas da Malhada, um complexo de minas não tão exuberante como o anterior mas sem dúvida interessante.
Passámos por Folharido e após uma subida íngreme, obstáculo que se revelou difícil para alguns caminhantes, chegámos ao parque da lazer da Cascata da Cabreia com o primeiro objectivo do dia concluído.

Satisfeitos, visitámos a praia fluvial da “Quinta do Barco” onde parte do grupo gozou de um merecido descanso.
Os mais destemidos iniciaram aí o segundo percurso do dia que descreverei no próximo “post”: o PR3 – Rota das Laranjeiras.

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