O BIKiNNOV realizou no passado dia 20 de janeiro de 2026 o “Open Day: Ver, Criar e Analisar”, que contou com a presença de empresas do setor automóvel, profissionais do setor e especialistas em microscopia eletrónica, fabrico aditivo e tomografia, como forma de apresentar as capacidades do Centro de Tecnologia e Inovação.
Entre os destaques do evento estiveram as palestras de renomados especialistas, que abordaram temas como o fabrico aditivo e as suas aplicações inovadoras em diversos setores industriais, as capacidades avançadas de microscopia eletrónica de varrimento, e as últimas inovações em tomografia.
Estas apresentações forneceram aos participantes uma visão detalhada de como essas tecnologias estão a revolucionar a produção, a análise de materiais e a validação de peças, trazendo novas possibilidades para a indústria e a pesquisa científica.
O evento contou com a parceria de empresas como a Trumpf, Izasa Scientific, 3DZ, Markforged e N3MD IBERICA, que apresentaram as suas soluções inovadoras.
No período da tarde foram apresentadas as capacidades do BIKiNNOV e realizada uma visita às instalações do CTI, onde foi feita uma apresentação e demonstração do funcionamento das tecnologias avançadas que são disponibilizadas à indústria automóvel.
“Este Open Day é um momento estratégico para aproximar a indústria automóvel das tecnologias que estão a redefinir o futuro do setor.
A microscopia eletrónica, o fabrico aditivo e a tomografia permitem acelerar a inovação, melhorar a qualidade dos componentes e reforçar a competitividade das empresas, e o BIKiNNOV assume-se como um parceiro fundamental neste processo de transformação tecnológica” declarou Vital Almeida, Vice-Presidente do BIKiNNOV.
Esta iniciativa integra-se a AM2R – Agenda Mobilizadora para a Inovação Empresarial, Projeto 111 – Centro de Tecnologia e Inovação da AM2R, no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e financiado pelos Fundos Europeus do NextGenerationEU.
A Polícia de Segurança Pública deteve hoje em Espinho um homem com 20 anos de idade, "após perseguição policial apeada, por ser suspeito da venda de produto estupefaciente junto a um estabelecimento escolar". No momento da intercepção, encontrava-se na posse de 19 doses individuais de produto estupefaciente (haxixe), as quais foram apreendidas.
Os resíduos gerados pela indústria do pescado, muitas vezes encarados apenas como desperdício, podem afinal esconder um elevado valor nutricional, ambiental e económico.
A descoberta é de uma equipa de investigação da Universidade de Aveiro (UA) que analisou dois subprodutos do processamento da pescada-do-Cabo (Merluccius capensis).
Aparas (cabeça e cauda), normalmente descartados, e restos resultantes do processo de corte e filetagem, foram analisados e a conclusão revela que estes materiais são ricos em lípidos bioativos com potencial aplicação nas áreas alimentar, farmacêutica e cosmética.
A investigação recorreu a técnicas avançadas de análise química para caracterizar detalhadamente os lípidos presentes nestes subprodutos.
Os resultados mostram que, embora ambos sejam fontes valiosas de compostos benéficos, apresentam perfis lipídicos distintos.
Os restos do peixe resultantes do corte e do processo de filetagem revelaram conter maiores quantidades de cinzas, proteínas e lípidos totais, bem como níveis mais elevados de certos ácidos gordos, como o ácido palmítico e o ácido oleico.
Já as aparas destacaram-se por uma maior abundância de fosfolípidos, em particular fosfatidilcolinas — moléculas essenciais para a estrutura das células e com múltiplas aplicações industriais.
Apesar destas diferenças, aponta o investigador João Monteiro, “ambos os subprodutos apresentaram quantidades semelhantes de fosfolípidos marinhos e de fosfolípidos ricos em ómega-3, incluindo EPA e DHA, conhecidos pelos seus benefícios para a saúde cardiovascular e cerebral”.
O cientista refere ainda que “os extratos lipídicos de ambos demonstraram atividade anti-inflamatória significativa em ensaios laboratoriais”.
“A pescada-do-cabo é um caso de estudo, mas o conceito é muito mais amplo”, aponta o investigador.
“Espécies marinhas com perfis lipídicos semelhantes, nomeadamente outros peixes magros ou semi-gordos ricos em ómega-3, produzem igualmente grandes volumes de subprodutos durante o processamento industrial”.
O estudo, publicado pela revista Applied Food Research, foi assinado pelos investigadores do Centro de Estudos e do Mar e do Departamento de Química da UA João Monteiro, Tiago Sousa, Marisa Pinho, Tânia Melo, Pedro Domingues, Ricardo Calado e Rosário Domingues.
Para além do Departamento de Biologia, do Centro de Espetrometria de Massa e do Laboratório Associado para a Química Verde (LAQV) da Rede de Química e Tecnologia (REQUIMTE) da UA, trabalho contou ainda com a colaboração da Escola Universitária Vasco da Gama, da Universidade de Perúgia (Itália), do Instituto Português do Mar e da Atmosfera e da Universidade do Porto.
Um dos aspetos mais promissores do estudo é o potencial destes lípidos marinhos como alternativa às lecitinas tradicionais, geralmente obtidas da soja ou do ovo.
As lecitinas, explica João Monteiro, “são amplamente utilizadas como emulsionantes e estabilizantes na indústria alimentar, mas existe uma procura crescente por ingredientes naturais, sustentáveis e com propriedades bioativas adicionais”.
Neste contexto, os fosfolípidos extraídos dos subprodutos da pescada poderão vir a ser utilizados no desenvolvimento de alimentos funcionais e suplementos nutricionais, respondendo às novas exigências dos consumidores e promovendo simultaneamente a valorização de recursos marinhos até agora pouco aproveitados.
A valorização destes resíduos representa também uma oportunidade para tornar a indústria do pescado mais sustentável.
Ao transformar subprodutos em matérias-primas de elevado valor acrescentado, lembra o investigador, “é possível reduzir o desperdício, aumentar a eficiência dos processos produtivos e promover uma economia circular no setor das pescas”.
Para além do setor alimentar, os compostos identificados poderão encontrar aplicação em produtos nutracêuticos, farmacêuticos e cosmecêuticos, graças às suas propriedades bioativas, nomeadamente anti-inflamatórias.
Os investigadores defendem que estudos futuros deverão centrar-se na otimização dos métodos de extração e purificação destes lípidos, de modo a maximizar a sua recuperação e explorar todo o seu potencial funcional.
Este estudo insere-se num esforço mais amplo de valorização dos recursos marinhos, desenvolvido no âmbito do projeto Pacto da Bioeconomia Azul com financiamento por fundos do PRR (programa Next Generation EU), que visa promover a inovação e a sustentabilidade na indústria do peixe.
Em particular, a integração deste trabalho na plataforma transversal de valorização de subprodutos do projeto reflete a ambição de criar soluções cientificamente robustas que possam ser efetivamente transferidas para o setor produtivo, contribuindo para uma utilização mais eficiente dos recursos, redução do desperdício e aumento do valor económico gerado ao longo da cadeia.
Aveiro formaliza os acordos com clubes desportivos e anuncia revisão do programa municipal de apoio às associações.
Luís Souto Miranda atribui os apoios deste ano ainda com a marca do atual regulamento em investimento acima de um milhão de euros para as coletividades.
Contratos-programa e protocolos de cooperação financeira do Programa Municipal de Apoio às Associações (PMAA) 2025/2026 foram assinados na passada sexta, com 39 Associações Desportivas, no valor global de 1 021 451,10 €.
Há 39 acordos de Apoio à atividade regular e 22 de apoio ao investimento.
O apoio ao investimento é o que concentra a maior parte das verbas entregues, com 528 mil euros atribuídos a 22 Associações.
O Apoio à Atividade Regular dirige 493 mil euros para 39 das Associações.
Os clubes de maior dimensão recebem os valores mais avultados acima dos 100 mil euros.
O Beira-Mar garante 84 mil euros destinados à atividade regular e 77135 para investimento; o Clube do Povo de Esgueira recebe 55 mil para a atividade regular e 40467 euros para investimento; o Clube dos Galitos garante 70 mil para atividades e 47 mil para investimento e o Sporting de Aveiro assegura 40 mil para atividade regular e 79286 para investimento.
A autarquia fala em aposta no “continuado e crescente fortalecimento do Movimento Associativo Municipal” e no reconhecimento da “relevância social, económica e política”.
Durante a sessão foi entregue a cada representante das 39 associações uma bandeira do Município, considerada “oferta simbólica” que pretende representar o “sentimento de pertença e de ligação entre a Autarquia e as Associações”.
O Presidente da CMA anunciou ronda pelos clubes tendo cumprido as primeiras visitas.
Luís Souto Miranda, presidente da Câmara Municipal de Aveiro, faz “balanço extremamente positivo” da aplicação do Programa Municipal de Apoio às Associações, destacando o “impacto significativo” que os apoios atribuídos tiveram no trabalho das associações.
O autarca anuncia a revisão do respetivo regulamento municipal.
“Tanto Mar!” regressa no próximo fim de semana com a presença de Abel Coentrão no Clube de Leituras Marítimas “Livros a Bordo”.
Evento promete marcar agenda anual com a estreia de conversas em torno de livros de temática marítima.
Dinamizado, mensalmente, por Abel Coentrão, a sessão de estreia do Clube de Leitura “Livros a Bordo” destaca o livro “A Eloquência da Sardinha”, de Bill François.
Neste espaço de partilha de conhecimento e de reencontro com a maritimidade, o escritor e jornalista abre a primeira sessão no sábado, 31 de Janeiro, às 14h, no Museu Marítimo.
No mesmo dia, pelas 15h00, está programada a oficina para famílias “Oceano: Aprender para conhecer”, dirigida a crianças dos 6 aos 10 anos.
Nesta atividade, as famílias são desafiadas a lançar um dado para aprender sobre as ameaças que o oceano enfrenta atualmente e conhecer as soluções que podem ajudar a proteger este ecossistema.
Às 16h00, segue-se uma “Conversa de Mar” sobre o tema “Comportamento de Peixes e Tráfego Marinho”, com a participação da Clara Amorim, professora na Universidade de Lisboa, co-coordenadora do “Fish Bioacoustics Lab” e membro do MARE – Centro de Ciências do Mar, que tem vindo a desenvolver investigação nas áreas do comportamento animal e da bioacústica, com especial enfâse no meio marinho.
O programa de fim de semana abre na sexta, dia 30, pelas 18h00, com a inauguração da exposição “Senhora do Pranto: Gentes de Fé e de Memória de Ílhavo”, dos fotógrafos Pedro Esteves e João Parracho, no Centro de Religiosidade Marítima.
Esta mostra fotográfica resulta do olhar dos dois fotógrafos, enraizados em Ílhavo, que registaram uma celebração “profundamente identitária”, preservando gestos, rituais e emoções.
A 11.ª edição da Comunidade de Leitores, promovida pela Biblioteca Municipal de Ílhavo, será dedicada ao tema “Romances Históricos: as Mulheres na Ficção Histórica”.
Primeira sessão do ano está agendada para 29 de janeiro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Ílhavo.
Nesta sessão será abordado o papel das mulheres na história portuguesa.
Oportunidade para falar de obras literárias que evocam figuras históricas e que a ficção histórica tem vindo a revelar.
Nos romances históricos em que as mulheres são protagonistas, essas personagens desempenham papéis centrais, não apenas como figuras que enfrentam desafios pessoais, mas como mulheres que influenciam profundamente o curso dos eventos históricos.
As mulheres retratadas nestes livros são “líderes, guerreiras, estrategistas e pensadoras”.
Nas sessões da Comunidade de Leitores, a BMI convida os leitores a partilhar um livro à sua escolha, descobrindo e confrontando pontos de vista com outros membros da comunidade. A participação é gratuita e aberta à comunidade em geral.
Na agenda está já um encontro a 26 de março sobre “livros que viraram filmes”.
A gastronomia e os vinhos do Centro de Portugal estiveram em destaque na Feira Internacional de Turismo, em Madrid, com a apresentação dos projetos estruturantes “Sabores ao Centro”, “Roteiro de Enoturismo do Centro de Portugal” e “Rota dos Queijos do Centro”.
O momento incluiu uma mostra e degustação dos Sabores do Centro de Portugal, com vinhos, queijos, pão e azeite. A iniciativa, que decorreu no stand do Turismo de Portugal, constituiu um dos momentos mais marcantes da participação da região na feira, ao afirmar a gastronomia e os vinhos como ativos turísticos diferenciadores no contexto ibérico e internacional.
O projeto Sabores ao Centro é uma plataforma colaborativa regional, ancorada no território, na sustentabilidade e na valorização da produção local, que articula comunidades intermunicipais, produtores, projetos PROVERE e o setor do turismo.
Esta presença na FITUR integra a estratégia de afirmação internacional do projeto, dirigida a operadores turísticos, meios de comunicação e decisores do mercado espanhol, considerado prioritário para a região. O projeto assenta em vários eixos fundamentais, nomeadamente a gastronomia como motor de desenvolvimento turístico sustentável, a integração entre produtos, experiências e território, a cooperação à escala regional e uma clara ambição de posicionamento internacional.
Entre os seus principais objetivos estão posicionar a gastronomia como experiência turística integrada, valorizar os produtos endógenos e o saber-fazer tradicional, criar uma oferta organizada, comercializável e sustentável e reforçar a identidade do Centro de Portugal enquanto destino autêntico.
O Roteiro de Enoturismo do Centro de Portugal foi desenvolvido no âmbito do PROVERE da Fileira dos Vinhos do Centro e em estreita colaboração com as cinco comissões vitivinícolas da região: Bairrada, Beira Interior, Dão, Lisboa e Tejo.
O objetivo é afirmar o vinho como produto turístico de excelência, através de experiências integradas, organizadas e comercializáveis, que ligam produtores, território e turismo.
A primeira edição do Roteiro, apresentada em outubro do ano passado, reúne 79 experiências de enoturismo, entre adegas, quintas e produtores, onde é possível visitar vinhas, conhecer histórias e degustar vinhos premiados, e é também um ponto de partida para projetos complementares, como rotas temáticas, pacotes turísticos integrados e ações conjuntas com operadores e agências internacionais.
A Rota Turística e Gastronómica dos Queijos do Centro de Portugal, promovida pelo PROVERE Queijos do Centro de Portugal, tem como missão valorizar os queijos certificados da região – Queijo Serra da Estrela DOP, Queijo da Beira Baixa DOP e Queijo Rabaçal DOP – e promover o saber-fazer tradicional associado à sua produção.
A Rota propõe mais de 50 experiências ligadas à Fileira do Queijo e 8 roteiros pelas três regiões DOP do Centro de Portugal, oferecendo propostas enraizadas no mundo rural, na natureza e na identidade cultural dos territórios.
Em jeito de balanço, Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal e da Agência Regional de Promoção Turística do Centro de Portugal, considera que “a participação do Centro de Portugal na FITUR confirmou a solidez da nossa estratégia de promoção internacional”.
“Trouxemos a Madrid uma proposta clara, ancorada no território, nas pessoas e na autenticidade das experiências. Projetos como o Sabores ao Centro mostram como a gastronomia, os vinhos e os produtos locais podem ser motores de valorização turística e de criação de valor para as comunidades. Tivemos também a oportunidade de reforçar a cooperação estratégica com regiões vizinhas, tanto em Portugal como em Espanha, e valorizámos também a importância do turismo de interior”.
“Saímos desta FITUR com maior notoriedade, com novas oportunidades de cooperação e com a convicção reforçada de que o Centro de Portugal está bem posicionado para responder às novas tendências da procura internacional. Também as nossas empresas saem da feira com possibilidades de novos negócios, graças à exposição que tiveram nestes dias”, acrescenta Rui Ventura.
As Comunidades Intermunicipais da região promoveram, ao longo do dia, diversas ações que deram a conhecer sabores, tradições e experiências associadas à gastronomia, ao património e à paisagem dos seus territórios.
Em conjunto, estas ações reforçaram a imagem do Centro de Portugal como um território diverso, autêntico e preparado para responder às novas tendências da procura turística internacional, afirmando a gastronomia como um dos seus principais fatores de diferenciação.
A cidade de Aveiro foi palco do Campeonato Nacional de Cadetes 2026, Competição Individual, prova que reuniu os melhores jovens judocas do país.
O 4Judo esteve representado por seis atletas e o grande destaque da participação vai para Carolina Franco que ganhou a medalha de Ouro, sagrando-se Campeã Nacional Sub18 na categoria -48 kg.
A Equipa Feminina da 4Judo em Destaque no Campeonato Nacional de Equipas Cadetes
A 4Judo, equipa aveirense, marcou presença no Campeonato Nacional de Equipas Cadetes, que decorreu este domingo, dia 25 de janeiro, no Pavilhão Caixa UA, em Aveiro, numa competição que contou com a participação de 14 equipas de todo o país.
A luta pela medalha de bronze ficou à distância, após derrota frente à Fundação Salesianos de Lisboa, terminando a competição num honroso 5.º lugar nacional.
Ao longo da prova, a equipa somou três vitórias, frente às formações das Escolas de Judo Nuno Delgado, Clube de Judo Lagoa e Clube Atlético da Alta de Lisboa, evidenciando qualidade técnica e competitividade.
As derrotas surgiram frente ao Clube de Judo Sintrense e à Fundação Salesianos de Lisboa.
A equipa foi constituída pelas atletas Carolina Franco, Mariana Paiva, Diana Calheiros, Luana Figueiras e Inês Mêda, que representaram a 4Judo com enorme empenho, responsabilidade e espírito de equipa.
Triunfos nos setores masculino e feminino em jogos disputados este fim de semana no pavilhão do Galitos.
Festa em casa com triunfos no masculino em prova que deixou o Beira-Mar em segundo, a Sanjoanense em terceiro e a Ovarense em quarto lugar.
No cinco ideal figuram dois atletas da equipa vencedora (José Henriques - Clube dos Galitos; Diogo Leal - Sport Clube Beira-Mar; Tiago Santos - Clube dos Galitos; Francisco Neves - Associação Desportiva Ovarense e João Madeira - Associação Desportiva Sanjonense).
O MVP foi Tiago Santos do Clube dos Galitos.
Na prova feminina, venceu o Galitos com a Oliveirense no segundo lugar, o Esgueira em terceiro e a Ovarense em 4º lugar.
O cinco ideal contou com duas atletas do Galitos (Rita Fernandes - Clube dos Galitos; Carolina Martins - União Desportiva Oliveirense; Vitória Lemos - Clube dos Galitos; Thaíssa Costa - Clube do Povo de Esgueira e Inês La-Salette - União Desportiva Oliveirense).
Vitória Lemos do Clube dos Galitos foi a melhor atleta do mini-torneio.
O 41.º Grande Prémio de Atletismo de Estrada “A.C.D. Os Ílhavos – Município de Ílhavo” reuniu 1012 inscritos na manhã deste domingo em provas de atletismo nas estradas da cidade de Ílhavo.
Prova inserida no calendário da Associação de Atletismo de Aveiro com uma corrida das escolas básicas do concelho de Ílhavo.
Deste total, 465 participaram nas competições oficiais e 547 nas corridas das escolinhas do Município de Ílhavo (1.º ao 4.º ano de escolaridade).
A prova rainha, com uma distância de 5 Km, foi certificada pela Federação Portuguesa de Atletismo e integrada no calendário da World Athletics.
Quanto aos resultados, disponíveis no site Lap2Go, destacam-se a vitória de Zacarias Sitoe do clube C.S.R.D.C. Santiago (Penafiel) com o tempo de 14m52s, tendo ficado em 2.º lugar Ricardo Pereira do Estrelas Vermelhas Peraltafil (Espinho), com o mesmo tempo do vencedor, e em 3.º lugar Cristiano Pereira, da Casa do Povo de Mangualde (15m06s).
Em termos coletivos venceu a ACR Vale de Cambra, seguida do GDC Guilhovai e do Estrelas Vermelhas Peraltafil.
Nos Veteranos+40 venceu Tozé Castro do GDC Guilhovai (15m49s) e nos Veteranos+50 venceu Manuel Alves do Clube Campismo S.J. Madeira (16m33s).
Na prova feminina venceu Marta Martins do GDC Guilhovai (17m36s) seguida de Benvinda Santos (17m47s) e Ana Marta Pinto, do SC Beira-Mar (17m49s), e em termos coletivos venceu o GDC Guilhovai seguido do Clube de Atletismo de Ovar.
Nas veteranas venceu Sandra Ferreira do GDC Guilhovai (18m14s).