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Barcelona. Incêndios, montras partidas e saques em manifestação convocada pelo TikTok e inspirada em França
Foi convocada através das redes sociais — essencialmente pelo TikTok — sob o lema “Institut Indignats”, algo como “estudantes indignados” em catalão. A intenção era clara: reproduzir na capital catalã as manifestações violentas que França vive há dias, na sequência das mobilizações estudantis que decorrem há semanas. E foi na tarde deste sábado, com o centro de Barcelona cheio de residentes e turistas, que começaram os incêndios em equipamentos urbanos, o vandalismo contra o comércio e os saques. No final da noite, 100 pessoas tinham sido detidas, entre as quais 27 menores. ???????? #BARCELONA Imatges del saqueig d’una botiga d’informàtica
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Analistas do FC Porto tapam visão dos jornalistas no Estádio Cidade de Barcelos
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Foi curto, entrou na história: FC Porto soma nona vitória na Liga, bate recorde com 87 anos e fica a quatro do melhor início de sempre
Um com o Moreirense, dois com o Manchester City, um com o Casa Pia, um com o Benfica, um com o Marítimo, mais três com o Betis, outro com o PSV. A grande muralha defensiva do FC Porto, que começou a temporada com cinco triunfos consecutivos sem consentir qualquer golo (marcando dez), esteve 470 minutos com a baliza de Diogo Costa a zeros antes de entrar numa série de sete partidas consecutivas onde havia pelo menos um golo sofrido em cada partida. Em Barcelos, esse era um dos objetivos dos dragões: quebrar a fase mais frágil no plano defensivo e
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Polícia confirma que partilhou com Harry e Meghan carta sobre pai da duquesa em 2019 — mas nunca investigou as alegações
A Polícia Metropolitana de Londres confirmou este sábado que recebeu e partilhou com Harry e Meghan em 2019 uma carta com alegações sobre Thomas Markle. Na passada sexta-feira, o pai da duquesa de Sussex foi denunciado pelo próprio filho por posse de pornografia infantil. A mulher do príncipe Harry emitiu um comunicado a informar que já tinha conhecimento de “alegações perturbadoras” sobre o pai desde que entrou para a família real britânica, a partir de uma carta partilhada pelas autoridades britânicas. “Após uma análise minuciosa dos sistemas e registos da Polícia Metropolitana, confirmámos que, em janeiro de 2019, recebemos uma
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Associação congratula-se por lhe darem razão contra cerimónia religiosa em escola pública
A Associação República e Laicidade congratulou-se este sábado por a Comissão de Liberdade Religiosa e a Provedoria de Justiça lhe darem razão em relação à existência de ilegalidades na realização de uma cerimónia religiosa na inauguração de uma escola pública. “(Os) dois pareceres confirmam o entendimento que sempre fizemos da ilegalidade da inclusão de cerimónias religiosas em atos oficiais do Estado, as quais devem, portanto, deixar de acontecer em âmbito estatal”, indica a associação em comunicado. “A associação regozija-se por a Comissão de Liberdade Religiosa ter deliberado que foi ‘violado’ o artigo 4.º, n.º 2, da Lei da Liberdade Religiosa
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Nem todo o sangue é vermelho: a palete de cores do reino animal
O vermelho não é a única cor do sangue: os bichos produzem o fluido vital numa variedade de tons. Quer jorre de um nariz magoado, quer se acumule num dedo picado, o nosso sangue é sempre de um tom de vermelho. Mas ter sangue vermelho não é universal no reino animal. Em algumas criaturas, o fluido vital é roxo; noutras, é amarelo, verde ou até branco. O que dá estas cores diferentes ao líquido da vida Para descobrir, a Knowable Magazine mergulhou na investigação e falou com dois cientistas que já estudaram o assunto: John Postlethwait, geneticista do desenvolvimento na
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Filmes de Éric Baudelaire e Manuel Mozos premiados no festival Doclisboa
Os filmes “Car la Lune”, de Éric Baudelaire, “A voz de todos”, de Manuel Mozos, e “Povo e Poder”, de Ico Costa, estão entre os premiados na 24.ª edição do festival de cinema Doclisboa, anunciados este sábado. “Car la Lune”, do realizador franco-norte-americano Éric Baudelaire, venceu o Grande Prémio da competição internacional do Doclisboa, com o júri a considerar que o filme “celebra os sons e as imagens do cinema aceitando a presença e ausência do mundo visual”. O filme foi rodado no Instituto Nacional para Jovens Cegos, em Paris, com cinco estudantes com deficiência visual e questiona “a própria
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Borja voltou à lição mais básica: é a partir de trás que se ganha a frente (a crónica do Gil Vicente-FC Porto)
A derrota frente ao Betis, não tanto pelo resultado em si mas pelo contexto de como a formação de Sevilha fez a reviravolta depois dos dois golos quase de rajada, não foi normal. O desaire diante do PSV no Dragão, não tanto pelo resultado em si mas pela forma como a equipa não conseguiu sair de um autêntico colete de forças montado pelos neerlandeses quando era “obrigatório” pontuar, também não foi normal. Na verdade, nada foi normal – e pela primeira vez na era Francesco Farioli, o FC Porto sofreu duas derrotas seguidas, com parte dos adeptos a manifestar a
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As roupas de bonecas, os pijamas para as amigas e a marca de 200 milhões. A história discreta de Simona Barbieri, fundadora da Twinset
Na altura, o nome não era Twin Set: a marca chamava-se Frivola. “As lojas gostavam muito das peças, mas achavam que a marca não era adequada para o tipo de produto. Os clientes deram-nos este feedback e, por isso, começámos a pensar num novo nome”, recorda. “Twin Set nasceu por vários motivos: porque fazíamos coordenados em malharia e porque éramos em dois — eu e o meu marido. Éramos um casal e, desse conjunto de coisas, nasceu a Twin Set, que posteriormente se tornou ‘Twin Set – Simona Barbieri’.” A mudança no nome também ditou uma certa mudança no estilo.
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“Da Batalha até à Praça”, os manifestantes do Porto marcharam pela habitação e as tendas voltaram à rua
“A ideia é passarmos aqui a noite”, admite Pedro Manuel, um dos porta-vozes do movimento da Acampada do Porto. O material de campismo preenche a parede no fundo da praça. Entre esteiras, tendas, mantas e outros equipamentos, os manifestantes têm tudo o que necessitam para regressar às pernoitas na Praça D. João I. Ao som de “Grândola, Vila Morena”, cantada pelos participantes do protesto, o porta-voz reivindica que a praça “se tornou do povo novamente” após ter estado “morta” durante muitos anos. Ao Observador, Pedro Manuel diz ainda que sabe que estão a ser ouvidos pela Câmara de Pedro Duarte
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