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  • Matheus Reis revoltado após ser expulso no Arouca-Sporting: defesa teve de ser agarrado
    Matheus Reis revoltado após ser expulso no Arouca-Sporting: defesa teve de ser agarrado
    Depois de Suárez marcar aos 90'+6


  • Trump está a mudar a União Europeia
    Trump está a mudar a União EuropeiaNão sei se a presidência de Trump será boa para os Estados Unidos, mas está a ser muito positiva para a União Europeia. A ilusão do fim da história foi o maior problema da União Europeia nas últimas três décadas. A Europa abandonou a história e a realidade. Deixou de acreditar no que conta, como a defesa, o crescimento económico e a coesão nacional das suas sociedades. Começou a seguir fantasias, importadas ou criadas internamente, como as ideias “woke”, o radicalismo climático ou a fraqueza perante o radicalismo islâmico que cresce nos seus países. Ainda há muito por fazer, e

  • As razões por que nunca iremos a lado nenhum
    As razões por que nunca iremos a lado nenhumUma das vantagens de Pedro Passos Coelho aparecer poucas vezes no espaço público é que, dessas poucas vezes que aparece, dá-se atenção ao que diz – muitas vezes para dizer mal do que diz, mas até isso tem impacto. Pena é que, também por regra, se ligue ao acessório, ao que pode dar especulação política e mediática, e pouco a tudo o resto. Ainda esta semana, por exemplo, se discutiu imenso se estava ou não a criticar o actual governo a propósito de umas declarações sobre reforma do Estado e nomeações para Administração Pública, deixando passar em claro outras passagens

  • Ignorar a paisagem tem um preço
    Ignorar a paisagem tem um preçoCreio não exagerar ao afirmar que todos os arquitectos paisagistas, perante situações de calamidade resultantes de fenómenos naturais, se confrontam com dois sentimentos aparentemente contrastantes, mas complementares: pesar e constrangimento. Pesar, naturalmente, pela perda de vidas humanas ou do trabalho de uma vida. Constrangimento porque surgem, quase inevitavelmente, dois anglicismos — apenas por serem particularmente certeiros —: “told you so” e “what else is new?”. A arquitectura paisagista surge em Portugal nos anos 40 do século passado, dedicada ao planeamento, projecto, gestão e conservação de paisagens e espaços exteriores, integrando conhecimentos das ciências naturais, sociais e das artes. O seu

  • O Estado vai nu
    O Estado vai nuEra uma vez um país à beira-mar plantado cujo Governo queria que fosse muito moderno e competitivo. Baixava os impostos sobre as empresas, criava regimes fiscais especiais para atrair profissionais qualificados, e mais isto e mais aquilo. Até falava em criar uma IA em português e em garantir um tutor IA para todos os seus estudantes Este Governo respirava modernidade e exsudava ambição, e até criou um Ministério para a Reforma do Estado. Pobre Ministro; tem muito trabalho pela frente, mas antes de se atirar a tarefas mirabolantes e modernaças, convinha que tratasse de reparar os estragos que a Administração

  • O discurso de Marco Rubio e as escolhas europeias
    O discurso de Marco Rubio e as escolhas europeiasHá discursos que não são apenas um conjunto de palavras pronunciadas diante de uma audiência. Discursos que revelam aquilo que uma época pensa, aquilo que receia e, sobretudo, aquilo que já não pode continuar a ignorar. A recente Conferência de Segurança de Munique foi um desses momentos. Não porque Marco Rubio tenha dito algo absolutamente novo, mas porque disse em voz alta num tom amigável o que muitos preferem não enfrentar. Há um ano, a Europa foi confrontada com as palavras desdenhosas de J.D. Vance. Este ano, levantou-se para aplaudir um homem do Partido Republicano que a Europa se habituou

  • Um Presidente e o epitáfio do esquerdismo
    Um Presidente e o epitáfio do esquerdismoConsumada a segunda volta das Eleições Presidenciais de 2026, é tempo de retornar à exegese política. Comecemos pelo mais óbvio e indesmentível: António José Seguro é o novo Presidente da República, tendo alcançado um resultado eleitoral muito expressivo e abrangente, que não deixa qualquer tipo de dúvidas sobre a opção preferencial dos portugueses a respeito do mais alto magistrado da Nação. Ainda no a posteriori do mais recente período eleitoral, algumas ilações poderão retirar-se dos respetivos resultados. Para o efeito, procuraremos sintetizar as referidas ilações na seguinte hipótese: segundo entendemos, a eleição de António José Seguro é, ao contrário do

  • Não há homens providenciais, apenas políticos profissionais
    Não há homens providenciais, apenas políticos profissionaisAté que enfim, a eleição presidencial terminou. Confesso o meu alívio por finalmente termos chegado ao fim deste processo eleitoral. Tivemos ainda o espectáculo do chamado “Circo Antifascista”, promovido em grande pela esquerda. Inundados de artigos em apoio a José Seguro, fomos sucessivamente bombardeados com títulos do género: “Porque apoio José Seguro”, “A escolha democrática e segura face à aventura”, “A democracia segura face ao populismo extremista”, “Seguro, uma escolha lógica”. Chega — sem trocadilhos — de eleições. No final, registou-se uma participação baixa; de facto, os portugueses já não acreditam nas elites políticas. Como seria de esperar, venceu o

  • No pain, no gain
    No pain, no gainNo pain, no gain. Esta expressão é usada pelos frequentadores assíduos de ginásios. Esforço, no caso físico, para ganhar musculo, ou um six pack digno de inveja. Milhares de peregrinos, anualmente, dirigem-se a santuários, a pé; dezenas, por vezes centenas de quilómetros, num esforço sobre humano. Acreditam que para garantir o seu pedido, para limpar a sua alma, para se encontrarem, precisam desse esforço. Só através desse esforço se libertarão. Estas certezas existem desde o princípio dos tempos. Desde que, nas cavernas, para fazer lume era preciso esforço, para caçar, com uma simples lança era preciso esforço, para atravessar um

  • Ensino Superior: concurso nacional de acesso com mais de 56 mil vagas, um aumento nos cursos de Educação e um novo de Medicina
    Ensino Superior: concurso nacional de acesso com mais de 56 mil vagas, um aumento nos cursos de Educação e um novo de MedicinaO Ministério da Educação alterou as regras de fixação de vagas por parte das universidades e politécnicos públicos, permitindo um aumento da oferta até 5% em todas as instituições de ensino superior. A maioria aproveitou a oportunidade e o número de vagas para o concurso nacional de acesso do próximo ano letivo vai chegar às 56.790, mais 834 face ao concurso do ano passado. SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a ler Inserir CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler

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