A Assembleia Municipal de Anadia aprovou, por unanimidade, esta quarta-feira, 29 de abril, em sessão ordinária, uma moção de rejeição ao pedido da empresa Simões Sá Pereira, para a prospeção e extração de inertes na zona de “Barro do Moleiro”, nas freguesias de Avelãs de Cima, Moita e a União de Freguesias de Arcos e Mogofores.
A decisão contou com o voto favorável de todos os grupos municipais, Anadia Primeiro (PSD-CDS), PS, Chega e ainda da deputada única eleita pelo movimento Sempre Pela Nossa Terra.
O plenário manifestou a sua total oposição ao pedido de atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de depósitos minerais de caulinos, areias siliciosas e outras argilas especiais na área designada “Barro do Moleiro”.
Reafirmou que tal pretensão “não salvaguarda de forma adequada os interesses ambientais, territoriais, económicos e sociais do concelho de Anadia, nem assegura a devida proteção das populações diretamente afetadas”.
O plenário expressou, de forma unânime, a sua solidariedade institucional com as freguesias abrangidas e com as populações potencialmente afetadas por este processo.
O presidente da Assembleia Municipal, Pedro Esteves, considera necessário defender, junto das entidades competentes, “a não viabilização do referido pedido, em nome da proteção do ambiente, dos recursos hídricos, da atividade agrícola, da paisagem, da saúde pública e da qualidade de vida das populações”.
Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal, Jorge Sampaio, sublinhou que este tipo de explorações “acarreta uma série de aspetos negativos, com grandes impactes ambientais, sociais e na saúde das pessoas, assim como os riscos de segurança”
A Assembleia Municipal deliberou remeter o documento às entidades competentes da Administração Central, ao Município de Anadia, às freguesias abrangidas e demais entidades tidas por convenientes, para conhecimento e efeitos considerados adequados.
A Câmara Municipal de Aveiro entregou 12 habitações na Urbanização de Santiago em regime de arrendamento apoiado, no âmbito do Concurso por Classificação para Atribuição de Habitações, que contemplou um total de 66 fogos.
As habitações agora entregues foram alvo de obras de reabilitação geral terminadas em meados de março deste ano, garantindo condições adequadas de habitabilidade.
Com esta atribuição, as famílias passam a beneficiar de um acesso a habitação condigna, com rendas ajustadas aos seus rendimentos.
Este momento assinala a conclusão de mais uma fase de em processo de “elevada relevância social”, com impacto direto na melhoria das condições de vida das famílias beneficiárias.
As habitações agora atribuídas destinam-se a agregados familiares que, entre as candidaturas apresentadas, obtiveram maior pontuação, de acordo com os critérios definidos no respetivo programa.
A avaliação teve por base diversos fatores, nomeadamente a situação habitacional e económica dos agregados, a existência de pessoas com deficiência ou incapacidade igual ou superior a 60%, idosos com 65 ou mais anos, vítimas de violência doméstica, famílias monoparentais, bem como a presença de jovens até aos 26 anos em situação de estudo e sem rendimentos superiores ao IAS. Foi ainda considerada a duração da residência no concelho de Aveiro.
O Grande Prémio de Ciclismo ANICOLOR regressa à estrada este fim de semana, em três etapas, entre 1 e 3 de maio de 2026, na sua 10ª edição.
Este ano, a prova voltará a passar pelos municípios de Águeda, Oliveira do Bairro, Ílhavo e Porto de Mós, mantendo o formato de três etapas em linha.
Em prova estarão 119 ciclistas em prova inscrita no calendário internacional da União Ciclista Internacional (UCI) e na Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), na categoria 2.1.
A organização continua a cargo do Sporting Clube de Fermentelos e da ANICOLOR – Sistemas de Alumínio.
Corrida arranca esta sexta, dia 1 de maio, com a primeira etapa a ligar Porto de Mós (Leiria) a Oliveira do Bairro, num percurso de 177.9 km, tornando esta a etapa mais longa dos 3 dias.
No dia seguinte, 2 de maio, a etapa cumpre-se entre Oliveira do Bairro e Costa Nova, e um total de 169,8 km.
A decisão fica reservada para o último dia, 3 de maio, com a etapa-rainha entre Mortágua e Águeda na extensão de 170,5 km.
A chegada na Avenida 24 de abril em Águeda, será o momento final onde se conhecerá o grande vencedor desta 10ª edição do Grande Prémio ANICOLOR.
O pelotão contará com 18 equipas já confirmadas, entre formações Proteams e Continentais UCI, incluindo 10 equipas portuguesas, 2 espanholas, 1 chinesa, 1 kosovar, 1 quirguiz, 1 estadunidense e 1 colombiana.
A GNR assegura uma operação especial.
Etapas a partir das 12h30 com condicionamentos à circulação.
O policiamento especializado será garantido pela Unidade Nacional de Trânsito através do Destacamento de Trânsito Eventual Anual 2026 (DTEA 2026), que assegurará o acompanhamento da prova e as condições de segurança necessárias ao seu normal desenvolvimento, assente na experiência acumulada em eventos desportivos de elevada complexidade.
O dispositivo policial integra um sistema móvel de comando e controlo, permitindo, a partir da viatura de comando, a coordenação permanente do dispositivo de policiamento ao longo de cada etapa.
A Guarda Nacional Republicana aconselha todos os cidadãos a respeitarem as restrições de circulação existentes durante a passagem da prova.
Há uma primeira viatura policial que assinala o início da prova encontra-se identificada com a inscrição “Prova de Ciclismo”.
Os condutores não devem retomar a marcha antes da passagem da última viatura policial, devidamente identificada com sinalética verde e a inscrição “Fim de prova”.
A Associação Florestal do Baixo Vouga promove, na próxima semana, o debate “A floresta são as pessoas” em torno do conhecimento da realidade da Região de Aveiro.
Nesse encontro será apresentado estudo para dar a conhecer o mapa florestal aveirense e seus proprietários.
Evento está marcado para dia 6 de maio, pelas 17h30, no Cineteatro Alba, em Albergaria-a-Velha.
Quem são os proprietários florestais, quais as suas motivações, dificuldades e expectativas, e de que forma esse conhecimento pode contribuir para políticas públicas e estratégias mais eficazes de gestão e valorização do território são as questões em destaque.
Durante a sessão será apresentado um estudo sobre a caracterização socioeconómica dos proprietários florestais da região de Aveiro, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, em parceria com o Instituto Superior de Agronomia, um trabalho inédito e de considerado relevante para a definição de instrumentos de apoio à pequena propriedade florestal e para o ordenamento e sustentabilidade do território.
A sessão contará com a participação de investigadores e especialistas de referência, bem como representantes institucionais e técnicos do setor.
A Associação Florestal do Baixo Vouga pretende promover a reflexão e discussão sobre o futuro da floresta da região com proprietários florestais, técnicos, investigadores, agentes do setor e o público em geral.
Maioritariamente a floresta na região de Aveiro assenta na propriedade privada e caracteriza-se por uma forte fragmentação, estando nas mãos de milhares de pequenos proprietários.
São estes que, através das suas decisões de gestão — plantar, cuidar, investir ou adiar intervenções — influenciam diretamente a produtividade, a valorização e a sustentabilidade do território.
A sessão contará com a participação de investigadores e especialistas de referência, nomeadamente Pedro Reis, do INIAV, e Fernando Oliveira Batista, do ISA, que irão apresentar os principais resultados do estudo e refletir sobre as suas implicações práticas no terreno.
A Associação Florestal do Baixo Vouga, criada em 1999, é uma instituição privada de proprietários florestais, sem fins lucrativos, que tem como objetivo promover a boa gestão e defesa da floresta.
Com mais de 1800 associados e apoiando a gestão de 25% da floresta da região é uma das organizações associativas de referência no País
O Parlamento aprova Projectos de Resolução que recomendam a construção do nó de acesso à A1, entre Anadia e Oliveira do Bairro, um projeto considerado estratégico e reivindicado pelos dois municípios.
Esse apelo à criação de uma ligação intermédia entre os nós de Oiã e Mealhada deixará a A1 mais próxima de territórios de Anadia e Oliveira do Bairro.
A Autoestrada A1 constitui o principal eixo rodoviário nacional, assegurando a ligação estruturante entre as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e funcionando como corredor fundamental para a mobilidade de pessoas, bens e serviços.
As autarquias assumem que se trata de uma “falha estrutural” na cobertura aos Municípios da região de Aveiro.
Entre os nós Aveiro Sul e da Mealhada existe uma distância de 23,6 quilómetros, configurando um dos maiores intervalos em toda a extensão desta autoestrada.
A presença de tecido industrial acaba por ditar esta pretensão antiga.
Chega, PSD, CDS e BE esperam que o Governo faça assegurar a correção desta “falha estrutural da rede” e que a resolução não pode “ficar dependente de processos indefinidos de renegociação ou de opções discricionárias das concessionárias”.
A Federação de Aveiro do Partido Socialista, pelo Departamento Educação, Conhecimento e Cultura, promoveu, na Escola Homem Cristo, em Aveiro, a sessão de trabalho “Ser Professor. Valorização e Futuro da Escola”, reunindo professores, agentes educativos e cidadãos interessados num debate aprofundado sobre o presente e o futuro da educação em Aveiro e em Portugal.
A iniciativa constituiu um espaço aberto de reflexão e participação, onde foram identificadas preocupações concretas relativamente à situação atual do sistema educativo.
O PS fala em "ausência de respostas eficazes por parte do Ministério da Educação e Ciência" e pela "repetição de reformas estruturais amplamente anunciadas, mas sem resultados visíveis na melhoria das escolas, das aprendizagens ou das condições de trabalho dos profissionais".
Entre os principais temas debatidos estiveram a valorização da profissão docente, a atração de novos professores para a carreira, o combate à falta de recursos humanos nas escolas e a necessidade de devolver estabilidade e reconhecimento a quem assegura diariamente o serviço público de educação.
Foi igualmente defendido que a descentralização de competências deve respeitar a autonomia das escolas e a coesão territorial, não podendo ser confundida com "soluções de mero municipalismo administrativo, fomentando um contrato social para a educação".
A sessão abordou ainda a natureza da escola pública; a saúde mental de alunos e profissionais; a globalização e a escola; os impactos da transformação social, tecnológica e digital, em particular os desafios e oportunidades trazidos pela Inteligência Artificial, sublinhando a importância da ética, da participação democrática e do pensamento crítico na formação das novas gerações.
MO reabre loja em Aveiro e reforça presença na região Centro.
A MO reforça a sua presença na região Centro e passa a operar 6 lojas no distrito de Aveiro com a reabertura, hoje, 30 de abril, na Galeria Continente Modelo Aveiro.
Com 820 metros quadrados renovados, a loja apresenta um ambiente mais funcional e acolhedor, concebido para tornar a visita mais fácil e agradável.
A MO conta atualmente com mais de 120 lojas em Portugal continental e na Madeira, bem como presença nos Açores através de parceiros, disponibilizando as mais recentes coleções de vestuário, calçado e acessórios para adulto e criança, com uma oferta pensada para o quotidiano a preços acessíveis.
Para assinalar a reabertura, uma promotora estará à entrada da loja a convidar os visitantes a conhecer o espaço renovado, com oferta de tote bags da marca.
Os primeiros 50 clientes a realizar uma compra recebem um voucher de 20 euros em Cartão Continente, válido numa próxima compra, exclusivamente na loja MO de Aveiro.
A oferta está limitada a um voucher por Cartão Continente, não é acumulável com outras campanhas ou promoções e é válida durante um mês a partir da data de abertura.
A União de Sindicatos de Aveiro celebra o 1º de Maio com mobilização contra o pacote laboral.
Comemorações centram-se em Aveiro com o habitual desfile e encontro no Largo do Rossio.
A manifestação começa às 15h no largo da estação seguindo até ao centro da cidade.
No momento em que está em aberto a revisão do Pacote Laboral, os sindicatos falam em “caminho para o agravamento da política de direita ao serviço dos grupos económicos e financeiros” e “aumento da exploração”.
O 1º de maio promete ser momento de contestação ao pacote laboral.
“Trata-se de piorar uma lei que já hoje é muito prejudicial para quem trabalha e, deste modo, perpetuar os baixos salários, impor a legalização dos despedimentos sem justa causa, agravar e eternizar a precariedade, desregular e prolongar, ainda mais, os horários de trabalho, atacar os direitos de maternidade e paternidade, destruir a contratação colectiva e os direitos nela consagrados, atacar a liberdade sindical e o direito de greve”, acusa a USA.
A Costa Nova vai acolher uma Feira de Velharias, Antiguidades e Artesanato.
Iniciativa da Associação “Os Palheiros” em estreia este domingo, dia 3 de Maio, e para repetir nos dias 7 de Junho, 5 de Julho, 19 de Julho, 2 de Agosto, 16 de Agosto e 6 de Setembro.
Evento entre as 9h e as 19h.
Este evento contará com a participação de cerca de 80 expositores, convidando a comunidade a desfrutar de um dia diferente num ambiente único junto à ria.
No local, os visitantes poderão encontrar uma grande variedade de artigos, nomeadamente velharias e peças de colecionismo, antiguidades e artesanato tradicional.
“A feira pretende proporcionar espaço de convívio, lazer e promoção de produtos locais, sendo uma excelente oportunidade para passear, comprar, vender e apreciar o melhor do artesanato e antiguidades”, refere a associação que tem vindo a assumir ações de dinamização na praia tendo anunciado recentemente animação musical no verão.