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A escolha surpreendente de André Ventura
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Esta é a história do dia da Rádio Observador: a escolha surpreendente de André Ventura. E é que Luís Neves não é ministro amanhã, nem ontem. Luís Neves é ministro hoje, tem que ser investigado hoje por este Parlamento. Há quantas semanas ouvimos o líder do Chega fazer perguntas sobre Luís Neves, exigências sobre Luís Neves, a querer esclarecer tudo sobre o ministro da Administração Interna, ao ponto de ter entrado numa guerra para conseguir a Comissão Parlamentar de Inquérito a Luís Neves. E agora que
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O PP/Vox contra Sánchez
Em relação às eleições em Espanha, a direita portuguesa não pode ser neutral. Só há dois resultados possíveis. O PP e o Vox conquistam uma maioria de direita, ou o PSOE renova a maioria da geringonça à espanhola, com a extrema-esquerda e os independentistas bascos e catalães. Não há meio termo, não se pode sentar em cima do muro. É preciso estar de um lado. Bem sei que não estamos perante as escolhas perfeitas. Mas na política actual, cada vez menos se escolhe o ideal. Devemos aceitar o hábito de escolher o menos mau. Aliás, por ser o menos mau,
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Passos Coelho e a crise existencial do PSD
A semana fica marcada pela entrevista concedida por Pedro Passos Coelho a Maria João Avillez e, em especial, pela disponibilidade explícita que manifestou para um regresso à política activa caso as circunstâncias do país e do PSD assim o propiciem. Perante um Governo que não ousa sequer tentar reformar e um partido que está auto-limitado à gestão do status quo – na feliz expressão de José Manuel Fernandes, o PSD encontra-se cada vez mais reduzido a um “partido de simples ocupação do poder” – a disponibilidade de Passos Coelho pode ser a última janela de oportunidade para evitar a substituição do
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O fim da mesada
Há uma data que devia estar afixada na parede de todos os ministérios portugueses, e não está. Até 31 de dezembro de 2026, a Comissão Europeia fará o último pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência. Depois disso, acabou. Não há segunda edição nem prolongamento, e Bruxelas avisou desde o primeiro dia que o prazo não mudaria. Foram cerca de € 21,9 mil milhões, dos quais € 16,3 mil milhões em subvenções e o resto em empréstimos, o equivalente a um quadro comunitário inteiro, concentrados em cinco anos. O Governo garante que as metas foram cumpridas a tempo, a 31
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Em defesa do bom debate
O debate público de ideias anda pelas ruas da amargura, não pela falta de debatentes ou de temas interessantes, mas sobretudo pela falta de disposição para aceitar que o outro pode estar certo e que nós podemos estar errados. Esta disposição implica, naturalmente, um espírito de leveza que os tempos pesados e os modos bruscos da discussão pública contemporânea não favorecem. Também não ajuda que nos levemos – e à santidade das nossas ideias – tão a sério. Vem este tema a propósito do artigo publicado anteontem por João Pedro Marques (JPM) no Observador, onde este se afirma disposto a
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Carneiro não vê outra solução que não a “remodelação na Administração Interna”
O líder do PS foi esta noite claro sobre a necessidade de uma “remodelação na Administração Interna”. No meio de mais uma polémica a envolver o ministro Luís Neves, com a saída intempestiva do secretário-geral do MAI, José Luís Carneiro surge a dizer que não vê como “o primeiro-ministro possa tomar uma decisão que não seja a remodelação na Administração Interna.” Numa entrevista à RTP, Carneiro dramatizou o caso, ao dizer que o país não pode “continuar com um dos mais importantes ministérios de soberania a viver esta intranquilidade” e que “é insustentável a situação de intranquilidade e instabilidade permanente
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“We support Hamas”: as palavras que a Europa não devia tolerar
Foi na Praça Dam, em Amesterdão, na noite de 7 de Outubro de 2026 – exactamente três anos depois do massacre em Israel – que faixas verdes ergueram três palavras: “We support Hamas”. Ao lado, “Glória aos nossos mártires, vitória à resistência”, enquanto que alguns manifestantes gritaram “Viva o 7 de Outubro”. No centro de uma capital europeia, junto ao monumento às vítimas da guerra, erguiam-se faixas de apoio à organização que, a 7 de Outubro de 2023, matou 1.200 pessoas e levou 251 reféns – entre os reféns estava o bebé Kfir, então com nove meses – num ataque
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Passos, o protacandidato para o PSD ganhar caparro
Adivinhem quem nos veio visitar, numa oportunidade perdida para os marxistas guincharem contra os ultra-ricos que destroem a Comporta? Barack Obama. O grande capital, do bem!, esteve na zona de Melides, numa incursão rodeada de secretismo. Segredo que só parcialmente explica a ausência selectiva dos histéricos de serviço na costumeira gritaria esquerdista contra “o grande satã americano”. O resto do motivo deve-se a serem enormes fãs do homem que bem avisou querer “fundamentalmente mudar os EUA”. Chamem-me esquisito, mas acho os fundamentos dos EUA óptimos. Reconheço, contudo, o engenho de Obama na forma como, para atingir esse objectivo, reanimou e
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Associação pró-vida leva ERC a tribunal por processos contra TVI e CMTV pela campanha “Obrigado Mãe”
O Sall – Associação de Defesa da Liberdade anunciou esta terça-feira que entregou uma ação no Tribunal Administrativo de Lisboa contra a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que pretende travar uma “imposição de limites à liberdade de expressão”. A “imposição de limites à liberdade de expressão”, segundo a associação, está presente na deliberação do Conselho Regulador da ERC que determinou a abertura de processos de contraordenação contra a TVI – Televisão Independente S.A (TVI e CNN Portugal) e a Medialivre S.A (CMTV e Now) pela exibição do conteúdo audiovisual “Obrigado Mãe” em blocos publicitários, com coimas previstas entre
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Uma reação de dez minutos que chegou tarde: Portugal perde com Espanha e “hipoteca” liderança do grupo A do Mundial
Primeiro um jogo a sério, depois a seriedade que mudou por completo o jogo. O grupo A do Campeonato do Mundo de hóquei em patins começou com o complicado triunfo da Espanha frente a Itália, depois de sair a perder ao intervalo e conseguir apenas chegar ao 3-2 final graças a um hat-trick de Pau Bargalló, jogador do Benfica, e teve depois um verdadeiro “atropelo” de Portugal diante da Suíça, com o hat-trick de Miguel Rocha no início do segundo tempo a empurrar a Seleção para uma goleada com dois dígitos (10-0). Reinaldo Ventura, selecionador em estreia depois de ter
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