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“Arrogante” e “vergonhoso”: atitude dos jogadores do Chelsea causa revolta em Inglaterra
  Aconteceu antes do jogo com o Hull City
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Irá a ONU aprovar esta falsidade?
No passado dia 23 de Fevereiro o Gana, na qualidade de líder e porta-voz da União Africana — que, nesta matéria, coordena a suas iniciativas com os países das Caraíbas (CARICOM) —, submeteu à Assembleia Geral da ONU um projecto de resolução que se destina a ser aprovado no próximo dia 25 de Março. O objectivo da iniciativa é avançar mais uns passos no caminho que visa levar os antigos países coloniais a pagar reparações pelo tráfico transatlântico de escravos e a escravidão colonial. Esta e iniciativas semelhantes enfrentam, porém, uma grande dificuldade lógica e moral. De facto, por que
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O hospital do Barreiro e o populismo
Quem vive na região de Setúbal e precisou de serviços de urgência tendo o hospital do Barreiro como unidade de referência sabe bem como funciona mal. O grau de desumanidade é em geral significativo e é vulgar ouvir-se recomendações de evitar o mais possível a ida a esse hospital. Obviamente que, quem consegue, tenta evitá-lo, mas nem sempre é possível e nem todos têm poder de compra para seguir essa recomendação. Não estão em causa os profissionais, mas sim a falta deles e de condições do hospital para a procura que tem. Os autarcas da região conhecem obviamente o problema
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Carneiro critica “falta de humildade democrática” do Governo na concertação social
Acompanhe o nosso liveblog sobre a atualidade política O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou esta segunda-feira que o Governo demonstrou “falta de humildade democrática”, que “está a ficar cara ao país”, nas negociações sobre a proposta de legislação laboral, devido à falta de acordo. “Pelos vistos, o Governo não se entende com os parceiros que são essenciais para conseguir viabilizar uma reforma, neste caso da legislação laboral”, afirmou José Luís Carneiro, em Évora. O líder do PS ironizou que pensava que o executivo liderado por Luís Montenegro não se entendia “apenas” com os socialistas e que, por isso
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O dilema de Putin no Irão
Com o eclodir da guerra no Irão, a atenção ocidental deslocou-se naturalmente do Leste Europeu para o Golfo Pérsico. Mas olhar para esta guerra de forma isolada, como se as suas consequências se limitassem ao Médio Oriente, seria ignorar ligações fundamentais que já estão a remodelar o conflito na Ucrânia. E talvez mais interessante ainda, seria ignorar a forma como esta nova guerra coloca Vladimir Putin numa posição estrategicamente ambígua, onde os ganhos óbvios escondem custos menos visíveis mas potencialmente mais significativos. A narrativa mais imediata é simples e, em grande medida, correta. A guerra no Irão parece servir os
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A década perdida de riso
Terminou ontem a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, o político que provou que, ao contrário do que diz o cliché, o Presidente não é uma figura decorativa. Mostrou-se, aliás, uma figura decoradora: na sua irrequieta ânsia, parecida com a de uma dona de casa entediada que remodela a cozinha a cada dois anos, foi o responsável por trocarmos tantas vezes de Governo em tão pouco tempo. Parecia um arquitecto de interiores entusiasmado com o novo catálogo da Cin. Durante a Presidência de Marcelo ocorreram inúmeros episódios – alguns mais sérios, outros mais rocambolescos – que têm sido recordados nos
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Exijam ter um Primeiro-ministro
Na hora da despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o País político não escondeu um facto inegável: de certa forma, Marcelo venceu. Não deixa um legado substantivo enquanto Presidente, mas antes uma herança que o antecede no exercício do cargo. Marcelo triunfou depois de anos como comentador político, função que cumpriu com zelo e diligência em Belém. Sucede que o comentário político marcelista nunca foi substantivo. Depois de cinquenta anos de frequência contínua e assídua do espaço público, liderando audiências, opinando sobre tudo, não sobra de Marcelo uma ideia. Tornou-se uma presença constante, uma sombra permanente sobre a política portuguesa,
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Governo aprova nova escola superior em Sines focada em sustentabilidade, indústria e tecnologias digitais
O Governo aprovou a criação da nova escola superior em Sines do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que vai estar vocacionada para as áreas da sustentabilidade, indústria e tecnologias digitais, revelou esta segunda-feira a instituição. Em comunicado enviado à agência Lusa, o IPS revelou que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) aprovou a criação desta nova escola superior em Sines, no distrito de Setúbal, o que constitui o culminar de um projeto que tem sido desenvolvido desde 2021. A futura Escola Superior de Sustentabilidade, Indústria e Tecnologias Digitais, a 6.ª a ser criada pelo IPS, vai ter “natureza
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Um mês depois da Kristin, Leiria aprova moção a exigir reposição total de energia e comunicações
A Câmara de Leiria aprovou esta segunda-feira uma moção a exigir a reposição integral da energia e das comunicações em todas as freguesias do concelho, reclamando a melhoria estrutural destas infraestruturas. A moção, lida pelo presidente do município, Gonçalo Lopes (PS), na reunião do executivo, esta segunda-feira descentralizada na freguesia da Bajouca, onde ainda há pessoas sem comunicações fixas, foi aprovada por unanimidade. No documento pede-se às entidades responsáveis pela distribuição de energia elétrica e pelas redes de comunicações eletrónicas, além da “reposição integral e definitiva de todos os serviços ainda afetados em qualquer freguesia do concelho”, a “identificação técnica
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Irão. UE disponível para “facilitar regresso à mesa das negociações” e reduzir tensões
Acompanhe o nosso liveblog sobre a guerra no Médio Oriente A União Europeia manifestou-se esta segunda-feira disponível para contribuir para “reduzir as tensões e facilitar o regresso à mesa de negociações”, salientando que a diplomacia é a única solução viável para pôr fim à guerra no Irão. “A União Europeia (UE) é um parceiro de longa data e fiável para a região nestes momentos difíceis e está pronta para contribuir de todas as formas possíveis para ajudar a reduzir a tensão e facilitar o regresso à mesa das negociações”, lê-se numa declaração conjunta assinada pelos presidentes do Conselho Europeu, António
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